segunda-feira, 12 de novembro de 2012

11ª Etapa FKRio 2012 - Prova de recuperação!


RAMOS/RJ/”REDAÇÃO” (10 posições a frente) – Salve pessoal! Passagem aqui no nosso espaço para relatar-lhes a minha participação na 10ª etapa do FKRio 2012, realizada no dia 11 de Novembro, no KIG - Kartódromo Internacional de Guapimirim/RJ.

P 17 = P 07

Bom, de cara eu sabia que não teria uma corrida tranqüila pela frente. O peso que ganhei nesses últimos meses tem afetado diretamente meu desempenho, bem como a falta de treino por “N” motivos que não cabe serem listados no momento, mas, eu sabia que aliado a essas dificuldades trazidas de casa por mim, eu teria uma pista muito difícil pela frente, e explico porque: Quem conhece o kartódromo Internacional de Guapimirim, sabe o que é andar nele, depois de um dia que choveu forte, é complicado. Sim, no sábado, véspera da nossa etapa, choveu forte o dia inteiro no KIG, e, para piorar a nossa situação, houve uma etapa de um grande grupo de kart aqui do Rio, e os reparos necessários não foram feitos pela manutenção terceirizada, responsável pelos karts de aluguel no KIG, logo, além da pista absurdamente suja, vários problemas com karts aconteceram em nossa etapa – não só comigo.

Eu peguei o kart nº 23 para começar. Fiz todo o meu qualify com ele, e ainda no qualify percebi que não tinha um bom kart na mão. Problemas de freio (infelizmente algo muito comum em Guapi), e falta de motor, afetaram pra caramba o meu qualify. Fui obrigado a tentar imprimir um ritmo completamente desconfortável para mim, e os erros se sucederam por conta disso. Não credito o meu mal desempenho no qualify ao kart não, isso é choro de perdedor, e eu sei perder, mas o nosso qualify foi complicado por muita sujeira na pista, pelo kart ruim que eu peguei, e por erros que eu cometi. Alguns por mérito exclusivo meu, outros, pelo equipamento que usei. Prova disso?  Continue lendo esse relato.

Pois bem, terminamos o qualify e começam a formar o grid de largada. 17 era o número de karts presentes em minha bateria, e adivinhe qual foi a minha colocação no grid? Sim 17º. Pelas regras do FKRio, quem troca de kart ao final do qualify, e essa troca se deve exclusivamente pela vontade do piloto, e não por dano severo ao seu equipamento que  impossibilite o uso, nesse caso, trocou de kart larga em último. Pergunto-lhes: Que diferença isso iria fazer para mim? (Risos).

Avisei sobre a troca, fui para o parque fechado e pulei do kart nº 23, para o kart nº 50. Esse, na saída do parque fechado já mostrou que tinha mais motor, mas o freio.... De 0 a 10, para o freio kart nº 23, eu daria nota 2. Para o freio do kart nº 50, eu daria nota 6 – vejam que a encrenca ainda era grande para quem larga atrás, na “zona do tiroteio.”

Alinhei, e vamos pra cima deles! Largamos, e eu sai bem! Antes da primeira curva ganhei uma posição, e logo após essa curva, ganhei mais umas duas, apenas me posicionando e fugindo das confusões e toques. Amigos, largar atrás com pista suja e kart com freio nota 6, não é mole. Fui avançando. Uma rodada de um aqui, um erro de outro amigo ali, e eu fui fazendo minhas ultrapassagens e melhorando meu posicionamento na pista. Chegou a hora de fazer a parada obrigatória (Stop and Go – Regra FKRio), e a cumpri sem problemas. Voltei para a pista e tive uma boa disputa com o meu amigo Alexander Couto, que me deu uns 4 “X”, até cometer um erro, e eu consegui superá-lo. Fizemos uma disputa bonita, tudo registrado em vídeo. Depois de passar o Couto, contando com a sorte, tentei me aproximar do piloto a minha frente, cheguei a tirar a diferença, más precisaria de mais uns 10 min de prova, eu acho,  para chegar e passar. Esse disputa com o Couto, permitiu que esse piloto se distanciasse de nós, e quando eu consegui pista livre, já não tinha mais tempo para nada.

Terminei a corrida em 7º. Ganhei 10 posições, fazendo a parada obrigatória, e andando sempre no meio de disputas, por isso, afirmo que sim, eu cometi erros, mas se tivesse um equipamento melhor nas mãos, teria largado mais a frente, e minha corrida poderia ter sido diferente, mas, domingo já passou.

De modo geral, fiquei feliz pelo resultado. As condições de pista estavam muito difíceis para mim, e comemorei bastante esse 7º lugar – foi suado, sofrido eu diria!

À medida que o campeonato vai chegando ao seu final (essa foi a nossa penúltima etapa), eu luto para tentar me manter entre os 10 primeiro colocados - minha meta, e vou brigar por isso até a última etapa.

Foi um domingo quente, e muito prazeroso. Mais uma vez, acelerar ao lado do meu Pai e dos meus amigos do FKRio, não tem preço.

É isso, vejo vocês no dia 15 de dezembro, data da nossa última etapa, no mesmo “bat local”, o KIG, também conhecido como Kartódromo Internacional de Guapimirim.

Forte abraço!

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